
-
O verdadeiro preço do ouro: agricultores e indígenas contra febre do garimpo no Paraguai
-
Explosão em mina na região espanhola das Astúrias deixa 5 mortos e 4 feridos
-
Jordan Bardella, o plano B da extrema direita para a presidência da França
-
'Eu sou Marine!', extrema direita europeia apoia Le Pen após condenação
-
Argentina quer primeiro desembolso 'alto' do FMI
-
Oposição na Turquia denuncia 'maus-tratos' a estudantes detidos
-
Os países com maior superávit comercial com os EUA
-
Série 'Adolescência' será transmitida nas escolas britânicas
-
Justiça compromete candidatura de líder da extrema direita francesa à eleição presidencial de 2027
-
Microsoft completa 50 anos em meio a desafio da IA
-
Número de mortos em terremoto em Mianmar supera 2.000 e esperança de encontrar sobreviventes diminui
-
Refém israelense libertado pede a Trump que acabe com a guerra em Gaza
-
Europeus precisarão de autorização para entrar no Reino Unido a partir de quarta-feira
-
Tarifas alfandegárias, a arma econômica versátil de Trump
-
Trump acelera guerra do comércio mundial com tarifas 'recíprocas'
-
Reino Unido pede cooperação internacional para 'eliminar redes de contrabando de pessoas'
-
Advogado de ex-presidente filipino Duterte vê argumento 'convincente' para anular processo contra ele
-
Condenação judicial deixa líder da extrema direita francesa fora da eleição presidencial de 2027
-
Marine Le Pen, da normalização da extrema direita na França à marginalização
-
Muçulmanos de Mandalay de luto no fim do Ramadã
-
Esperança de encontrar sobreviventes diminui em Mianmar três dias após terremoto
-
Trump diz que tarifas dos Estados Unidos afetarão 'todos os países'
-
EUA revogam licenças que permitiam operações de empresas transnacionais de petróleo na Venezuela
-
Polícia do Panamá se recusa a processar alerta vermelho na Interpol contra ex-presidente Martinelli
-
Mensik é campeão do Masters 1000 de Miami e deixa Djokovic sem 100º título
-
Indígenas anunciam apoio a Luisa González para 2º turno no Equador
-
Inter vence Udinese e mantém vantagem na liderança do Italiano
-
Lille vence Lens em clássico e se aproxima da zona da Champions
-
Netanyahu pede a Hamas que entregue armas e líderes saiam de Gaza
-
Inter vence Udinese e mantém folga na liderança do Italiano
-
Ex-presidente panamenho Martinelli viajará a Nicarágua na 2ª feira, apesar de alerta da Interpol
-
Manchester City vira sobre Bournemouth e vai à semifinal da Copa da Inglaterra
-
Dortmund vence Mainz e mantém esperança por vaga nas copas europeias
-
Barcelona goleia Girona e volta a ser líder isolado do Espanhol
-
Trump diz que está 'muito irritado' com Putin e ameaça Rússia com mais tarifas
-
Rezas e lágrimas para os monges presos sob os escombros após terremoto em Mianmar
-
Rashford leva Aston Villa à semifinal da Copa da Inglaterra
-
RB Leipzig demite técnico Marco Rose e anuncia Zsolt Löw
-
Netanyahu pede a Hamas que entregue as armas e que seus líderes se retirem de Gaza
-
Novas tecnologias ajudam a reforçar a repressão na Turquia
-
Primeiro foguete orbital lançado da Europa continental cai após segundos de voo
-
Netanyahu diz que pressão militar 'funciona' e pede a Hamas que entregue as armas
-
Príncipe Harry é acusado de 'intimidação e assédio' pela chefe da ONG que ele cofundou
-
Operações de resgate continuam após terremoto que deixou 1.700 mortos em Mianmar
-
Papa fala de cura após perder sua sétima oração do Angelus
-
Turquia confirma prisão de jornalista sueco acusado de 'terrorismo'
-
China, Japão e Coreia do Sul decidem 'acelerar' livre comércio ante tarifas de Trump
-
Netanyahu viajará para a Hungria em 2 de abril, apesar da ordem de prisão do TPI
-
EUA promete manter dissuasão 'sólida e confiável' no Estreito de Taiwan
-
Ex-comparsa de Pablo Escobar é colocado em prisão preventiva após retornar à Colômbia

Ucrânia se retira do Mundial de Judô em protesto contra presença de russos e bielorrussos
A federação ucraniana de judô anunciou nesta segunda-feira que não enviará sua delegação ao Mundial no Catar, de 7 a 14 de maio, devido à presença de judocas russos e bielorrussos.
A federação ucraniana afirma que alguns desses judocas também são soldados na ativa.
A Federação Internacional de Judô (IJF) deu no domingo sinal verde para a presença de russos e bielorrussos nestes campeonatos mundiais, com a condição de que participem individualmente e como atletas neutros.
Mas a federação ucraniana afirmou nesta segunda-feira que "a maioria da equipe (russa) é de atletas ativos nas forças armadas da Federação Russa que atacaram a Ucrânia em 24 de fevereiro de 2022" e que "continua a travar uma guerra brutal contra nossos território".
"Mais de 250 atletas ucranianos deram suas vidas defendendo o país, incluindo representantes do judô", disse a federação ucraniana, acrescentando: "Não vemos neutralidade, igualdade de condições e nem 'uma ponte para a paz', conforme declarado na resolução da IJF sobre a participação de equipes russa e bielorrussa no Mundial de Doha".
"Em vez disso, vemos uma decisão que contraria as últimas recomendações do Comitê Olímpico Internacional de 28 de março de 2023, nas quais o COI diz que o status de atleta neutro só pode ser concedido a quem não é militar", acrescenta a federação.
A judoca ucraniana Daria Bilodid chamou a decisão da IJF de "inaceitável".
"Todas essas pessoas que vão participar do Mundial são militares. Não faz sentido, não é?", disse a campeã mundial de 2019 na categoria até 48 quilos e medalhista de bronze nos Jogos Olímpicos, em mensagem no Instagram.
"Acho inaceitável autorizar os militares de um país terrorista, que mata ucranianos todos os dias, a participar de competições internacionais", disse a atleta.
A IJF não pôde ser contactada pela AFP para confirmar o status de militar dos judocas russos.
Mas entre os judocas russos inscritos nos mundiais está Inal Tasoev, medalhista no mundial militar de Paris em 2021. Nessa mesma competição, Mikhail Igolnikov, também presente em Doha, terminou em terceiro na categoria -90 quilos.
O presidente do Comitê Olímpico Internacional, Thomas Bach, declarou no final de março que atletas russos e bielorrussos poderiam "participar como atletas individuais e neutros" desde que não "apoiem ativamente a guerra na Ucrânia" e não estejam "sob contrato" com o exército ou de segurança de ambos os países.
O COI ainda não se pronunciou sobre a participação de representantes desses dois países nas Olimpíadas de Paris em 2024.
P.Martin--AMWN