
-
Arteta espera 'parte mais bonita da temporada' para o Arsenal
-
Zagueiro alemão Mats Hummels anuncia aposentadoria ao fim da temporada
-
Ator e comediante britânico Russell Brand é acusado de estupro
-
Trump disse que China 'entrou em pânico' com guerra comercial
-
Fed alerta que aumento de tarifas causará mais inflação e menor crescimento nos EUA
-
Luis Enrique quer PSG invicto no Francês até o final da temporada
-
Trump não minou compromisso de defesa coletiva na Otan, diz seu chefe à AFP
-
Luis Enrique quer PSG invicto no Francês 1 até o final da temporada
-
Bolsas e petróleo continuam em queda após China anunciar novas tarifas contra EUA
-
Uefa multa Mbappé, Ceballos e Rüdiger por 'comportamento indecente'
-
Martinelli diz que sair da embaixada da Nicarágua no Panamá era uma 'armadilha vil'
-
Mbappé ganha estátua no museu de cera Madame Tussauds de Londres
-
'Acho que o Barcelona tem muito respeito pelo Real Madrid', diz Ancelotti
-
De Bruyne deixará Manchester City ao final da temporada
-
Comunidade corre contra o tempo para salvar macacos cercados por desmatamento e usina no Brasil
-
Cuba aposta na energia solar para tentar sair da crise energética
-
'Já explodi sua escola': extorsão aterroriza escolas peruanas
-
Exército israelense inicia nova ofensiva terrestre na Cidade de Gaza
-
Atletas muçulmanas temem proibição do véu em competições na França
-
China anuncia tarifas recíprocas aos Estados Unidos e agrava crise dos mercados
-
Rato no Camboja estabelece recorde de detecção de minas
-
Papa Francisco está melhor e Vaticano sugere possibilidade de aparição pública no domingo
-
Cientistas realizam necrópsia em Yana, uma filhote de mamute de 130.000 anos
-
Milei disse que mudará a legislação argentina para amenizar tarifas de Trump
-
Trump apresenta primeiro visto 'gold card' de US$ 5 milhões
-
Bombardeio de Israel mata comandante do Hamas no Líbano
-
Bolsas prosseguem em queda após anúncio de tarifas de Trump
-
Tribunal Constitucional da Coreia do Sul confirma impeachment do presidente Yoon
-
Ataques russos deixam quatro mortos na Ucrânia
-
Flamengo vence Deportivo Táchira (1-0) em estreia na Libertadores
-
Ataques russos deixam três mortos na Ucrânia
-
STF flexibiliza normas contra letalidade policial em favelas do Rio
-
Bahia e Internacional empatam (1-1) na primeira rodada da Libertadores
-
Enviado de Putin busca cooperação dos EUA em conversa histórica em Washington
-
Palmeiras sofre, mas vence Sporting Cristal (3-2) em estreia na Libertadores
-
Acnudh denuncia possível 'crime de guerra' israelense por morte de 15 socorristas em Gaza
-
Modelo original de "E.T.: O Extraterrestre" fica sem comprador em leilão
-
Bruce Springsteen vai lançar sete álbuns com músicas inéditas em junho
-
Fluminense anuncia contratação de Renato Gaúcho
-
Chelsea vence Tottenham e recupera 4ª posição no Inglês
-
ONU lança movimento para pôr fim às guerras
-
Barcelona recebe sinal verde para ter Dani Olmo até o final da temporada
-
Tom Cruise presta homenagem ao 'querido amigo' Val Kilmer
-
Gabriel Magalhães terá que passar por cirurgia e está fora do resto da temporada
-
'Tenho fé absoluta na equipe', diz Hamilton sobre a Ferrari
-
Israel lança novos bombardeios na Síria, apesar de advertências da ONU
-
Senadores dos EUA tentam limitar poder tarifário de Trump
-
Cálculos comerciais de Trump deixam economistas desconcertados
-
Maradona por vezes 'resistia' a receber atendimento médico, diz uma de suas irmãs
-
Stellantis suspende parcialmente sua produção em Canadá e México

Incerteza e batalhas legais: funcionários públicos dos EUA no meio do fogo cruzado
Os funcionários públicos dos Estados Unidos enfrentam um novo prazo nesta segunda-feira (10), com a possibilidade de aceitar ou não as condições de demissão voluntária propostas pelo governo do presidente Donald Trump, enquanto a justiça decide se o plano é legal.
Com o objetivo de reduzir drasticamente os gastos públicos federais, Trump e Elon Musk, chefe de um departamento para reduzir gastos governamentais conhecido como Doge, propuseram a dois milhões de funcionários condições para se demitirem voluntariamente, as quais, segundo os dois bilionários, são "muito generosas", com salário garantido até setembro, entre outras coisas, para incentivá-los a deixar seus cargos.
Os funcionários têm um prazo. Caso não se pronunciem, correm o risco de possíveis demissões, como sugeriu Musk.
Mas o plano do republicano gerou uma série de processos judiciais.
Além disso, os democratas denunciam o que consideram uma tentativa ilegal de reforçar o Executivo. Para combater isso, lançaram nesta segunda-feira um portal para que os denunciantes possam informar qualquer ação potencialmente ilegal de Musk e de seus funcionários.
A batalha judicial se intensificou no sábado, quando um juiz proibiu equipes do Doge de acessarem os dados fiscais de todos os americanos em posse do Departamento do Tesouro, uma decisão contra a qual o governo apelou no domingo, considerando-a "ilícita" e "inconstitucional".
Musk adotou uma abordagem particularmente agressiva contra várias agências federais, congelando programas de auxílio e impondo reduções significativas no quadro de pessoal por meio de planos de desligamento voluntário e ameaças de demissão, em medidas cuja legalidade gera questionamentos.
Arquiteto dos esforços para reduzir a presença do Estado federal no chamado "Projeto 2025", Russ Vought anunciou no final de semana o congelamento das atividades do Escritório de Proteção Financeira do Consumidor (CFPB), cuja missão é proteger os clientes de bancos contra possíveis abusos, mas que os republicanos criticam desde sua criação, após a crise financeira de 2008.
O plano de demissão voluntário foi anunciado em 28 de janeiro em um e-mail enviado a todas as agências e intitulado "encruzilhada", uma fórmula já utilizada por Musk para os funcionários do Twitter quando comprou a rede social.
O prazo foi fixado para 4 de fevereiro, mas os sindicatos, que representam 800 mil funcionários, apresentaram um primeiro recurso contra o plano perante um juiz federal de Boston, que aceitou estudar o caso e agendou uma primeira audiência para esta segunda-feira, às 16h de Brasília.
O Escritório de Gestão de Pessoal (OPM) do governo decidiu adiar o prazo até as 23h59 desta segunda.
- Nem cancelado nem bloqueado -
Em uma mensagem no X, o OPM garantiu que o plano de demissão voluntária "não foi cancelado nem bloqueado" e a Casa Branca instou os funcionários a considerar "essa oferta tão generosa".
Segundo os meios de comunicação dos EUA, aproximadamente 65 mil funcionários aceitaram as condições durante a primeira semana de fevereiro.
O número representa cerca de 3% da folha salarial federal. A Casa Branca estabeleceu como meta entre 5% e 10% dos funcionários.
Os sindicatos insistem que, sem um acordo no Congresso sobre o uso do orçamento federal, esse plano não tem valor, especialmente porque o orçamento atual é apenas temporário e não vai além de meados de março, devido a uma falta de entendimento entre republicanos e democratas no fim do ano.
"A disposição do OPM de obter uma demissão geral de funcionários federais é um ato incrivelmente arbitrário e radical", escreveram os advogados dos sindicatos em seu recurso. Os defensores ressaltam que o governo "nem sequer tentou defender - se puder - que essa ordem é consequência de um processo de decisão racional".
D.Moore--AMWN