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Lula diz que França 'não apita' em acordo UE-Mercosul
A França "não apita" no acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul porque é a Comissão Europeia quem "apita" em nome do bloco, afirmou, nesta quarta-feira (27), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
"Se os franceses não quiserem o acordo, eles não apitam mais nada, quem apita é a Comissão Europeia", disse Lula durante um fórum sobre a indústria em Brasília.
A presidente da Comissão, Ursula von der Leyen, "tem procuração para fazer o acordo, e eu pretendo assinar esse acordo este ano ainda", acrescentou.
Na terça-feira, os deputados franceses expressaram, com 484 votos a favor e apenas 70 contra, sua rejeição ao tratado comercial, alinhados com a posição do governo do presidente Emmanuel Macron.
O Executivo francês conseguiu, desta forma, o apoio do Parlamento para pressionar a Comissão Europeia nas negociações, em meio a protestos de agricultores, que temem uma concorrência desleal dos produtos sul-americanos, especialmente dos brasileiros.
As declarações de Lula ocorreram também após uma polêmica gerada no Brasil por uma carta publicada na semana passada pelo presidente do Carrefour, Alexandre Bompard, na qual afirmava que a rede de supermercados "não venderia carne do Mercosul" na França.
O anúncio resultou no boicote e na suspensão, por fornecedores brasileiros, da entrega de carne para as lojas do grupo Carrefour no Brasil, país que representou 23% do faturamento do gigante francês no ano passado.
Na terça-feira, Bompard pediu desculpas em uma carta dirigida ao ministro brasileiro da Agricultura, Carlos Fávaro.
"Se a comunicação do Carrefour França gerou confusão e pode ter sido interpretada como um questionamento à nossa parceria com a agricultura brasileira e uma crítica a ela, pedimos desculpas", escreveu Bompard, elogiando a "alta qualidade" da carne brasileira.
Os termos do pacto entre a União Europeia e quatro países do Mercosul (Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai) foram acordados em 2019, mas vários países, incluindo França, Itália e Polônia, se opõem, sob pressão de seus setores agrícolas.
As discussões sobre os avanços das negociações estarão na mesa na próxima semana, durante uma cúpula do Mercosul em Montevidéu.
P.Stevenson--AMWN